Leia esta reportagem que saiu no Estadão:
SÃO PAULO - São muitas as pessoas que usam adoçante no lugar do açúcar. Há quem siga recomendação médica para isso e há também quem tenha se acostumado a consumir o produto apesar do gosto diferente. Poucos, no entanto, sabem quais são os tipos de edulcorantes existentes, qual é a ingestão diária recomendada ou se a prática faz mesmo bem à saúde.
São muitas as pessoas que usam adoçante no lugar do açúcarSe depender das orientações da cartilha Adoçantes - Tire suas Dúvidas, recém-lançada pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Para Fins Especiais e Congêneres, Diet & Light (Abiad), o consumo do produto não faz mal algum. Embora tenha o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) e da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), especialistas ouvidos pelo JT recomendam cautela ao "acatar" todas as orientações constantes no material.
"Adoçantes são produtos artificiais criados em laboratórios e que, não sendo naturais, podem causar alterações no organismo humano", alerta a nutricionista Daniela Jobst, membro do Instituto de Medicina Funcional dos Estados Unidos e do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. Adriana Alvarenga, nutricionista membro da equipe técnica responsável pela elaboração do material, rebate. "O objetivo da cartilha é conscientizar a população e deixar o assunto mais esclarecido."
Na opinião de Daniela, a indicação de adoçante na dieta varia de acordo com a filosofia de trabalho de cada médico. "Alguns se importam mais com a quantidade de caloria e indicam o adoçante independentemente dos prejuízos futuros que ele pode causar. Substâncias químicas causam um processo inflamatório. E inflamar é juntar gordura", salienta.
A observação se baseia em estudos recentes. Um deles, da Escola de Medicina da Universidade do Texas, concluiu que quanto mais se toma refrigerante diet, mais há risco de engordar. Os refrigerantes são os que mais contém aspartame, substância que também está em alguns adoçantes.
"Sou totalmente contra o aspartame", diz o endocrinologista e nutrólogo Mohamad Barakat, citando estudos que associam seu uso a algumas doenças. "O que ocorre com o uso prolongado é uma alteração na papila que manda mensagem para o cérebro. Isso faz com que a pessoa queira consumir cada vez mais coisas doces, gerando obesidade e até síndromes metabólicas."
ARTIFICIAIS
Aspartame: o mais utilizado. Adoça 200 vezes mais que a sacarose. Contra indicado para pessoas que sofrem de fenilcetonúria
Sacarina: o mais antigo adoçante é comum em alimentos, cosméticos e medicamentos. Adoça 500 vezes mais que a sacarose. Deixa sabor residual na boca
Ciclamato: utilizado em alimentos, mas proibido em alguns países por provocar efeitos cancerígenos e alérgicos. Adoça 50 vezes mais que a sacarose
Sucralose: comum em produtos esterilizados, UHT, pasteurizados e assados. É eliminado totalmente do organismo pela urina em até 24 horas. Adoça 600 vezes mais que a sacarose
Acessulfame-k: o mais resistente ao tempo e a altas temperaturas. Adoça 200 vezes mais que a sacarose e é eliminado totalmente do organismo pela urina
NATURAIS
Frutose: extraído de frutas, cereais e mel. Adoça 173 vezes mais que a sacarose. Exige moderação no uso, pois provoca cáries. Diabéticos devem limitar o consumo Sorbitol: originado de frutas e algas marinhas. Adoça até 50 vezes mais que a sacarose. Uso é restrito a pessoas não diabéticas e que não são obesas
Manitol: encontrado em vegetais e algas marinhas. Adoça 70 vezes mais que a sacarose. Não recomendado a diabéticos. Produz efeito laxativo se usado em grandes quantidades
Esteovídeo: extraído da planta Stevia Rebaudiana. Adoça 300 vezes mais que a sacarose. Não contém calorias
Fonte: http://www.estadao.com.br/
Dicas, receitas e novidades do mundo da nutrição esportiva e clínica.
Páginas
Pesquisar este blog
Sejam bem vindos!
Sejam bem vindos ao meu blog! Aqui você encontrará dicas sobre alimentação saudável, nutrição esportiva, notícias sobre saúde e ainda algumas receitas. Aproveitem! Um grande abraço!
Livia Hasegawa
Livia Hasegawa
Agende sua consulta!
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Vinagre emagrece?
Um estudo publicado na revista Biosci. Biotechnol. Biochem. de 2009, realizado no Japão, constatou que o consumo de vinagre de maçã pode auxiliar no emagrecimento. O estudo foi realizado com 155 indivíduos com IMC classificado como sobrepeso (25 a 30kg/m2). O grupo que utilizou o vinagre de maçã (15ml) teve um resultado significativo na perda de peso, com relação ao grupo que não utilizou.
Hipótese para esta ação: o vinagre possui substâncias que inibem a formação de gordura e ainda promovem uma maior "queima" da gordura.
Este foi um estudo interessante. A idéia não é sair consumindo vinagre "aos montes", já que sabemos que não é apenas um alimento ou um tipo de comportamento que leva à perda de peso. O que realmente funciona e é saudável são diversas ações que você tem no seu dia-a-dia.
Portanto a idéia aqui é mostrar que o vinagre de maçã pode ter um efeito interessante e ser mais uma alternativa para o consumo no dia-a-dia. Portanto inclua-o na sua alimentação, tempere sua salada com ele.
Conservando bons hábitos você terá saúde e irá atingir seus objetivos.
Abraços!Fonte: Kondo et al. Vinegar intake reduces body weight, body fat mass, and serum triglyceride levels in obese japanese subjects. Biosci. Biotechnol. Biochem, 2009.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Colesterol aumentado: uma outra alternativano tratamento
Para você que está com o colesterolalterado, fique atento ao seu intestino.
As bactérias probióticas (bactérias “boas”do nosso intestino), podem auxiliar na redução do colesterol por 3 mecanismos:
1) Quando consumimosalimentos fontes de fibras (como frutas, verduras e legumes ou cereaisintegrais), os probióticos no intestino produzem substâncias como o ácido propiônico,que está relacionada co a redução da produção de colestrerol no fígado.
2) Os probióticostambém “quebram” o ácido biliar, tornando-o inutilizável para oorganismo, assim, o corpo tem que lançar mão de produzir mais ácido biliarutilizando o colesterol.
3) Os probióticosutilizam o colesterol como fonte de energia.
Sendo assim, trate muito bem do seuintestino e, caso ele não esteja legal, procure a ajuda de um profissionalnutricionista para uma indicação adequada de probióticos.
Fonte: Potential of probiotics in controlling cardiovasculardiseases. Rajiv Saini,Santosh Saini,1 and Sugandha Sharma2. J Cardiovasc Dis Res. Oct-Dec; 1(4): 213–214, 2010.
As bactérias probióticas (bactérias “boas”do nosso intestino), podem auxiliar na redução do colesterol por 3 mecanismos:
1) Quando consumimosalimentos fontes de fibras (como frutas, verduras e legumes ou cereaisintegrais), os probióticos no intestino produzem substâncias como o ácido propiônico,que está relacionada co a redução da produção de colestrerol no fígado.
2) Os probióticostambém “quebram” o ácido biliar, tornando-o inutilizável para oorganismo, assim, o corpo tem que lançar mão de produzir mais ácido biliarutilizando o colesterol.
3) Os probióticosutilizam o colesterol como fonte de energia.
Sendo assim, trate muito bem do seuintestino e, caso ele não esteja legal, procure a ajuda de um profissionalnutricionista para uma indicação adequada de probióticos.
Fonte: Potential of probiotics in controlling cardiovasculardiseases. Rajiv Saini,Santosh Saini,1 and Sugandha Sharma2. J Cardiovasc Dis Res. Oct-Dec; 1(4): 213–214, 2010.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Receita: Stuffed peppers (Pimentões recheados)
Esta receita peguei da minha irmã que está nos Estados Unidos (clique aqui e veja o blog dela), morando na casa de uma família que a mãe é intolerante ao gluten, portanto, só receitas sem glúten. Vou apenas dar uma adaptada.
Ingredientes:
- 6 pimentões grandes
- 500g de carne moída
- 2 colheres de sopa de cebola picada
- 1 copo de arroz cozido
- 1/8 colher de chá de alho com sal
- 1 lata de molho de tomate
- 3/4 copos de muçarela (sim, é assim que escreve!) de búfala ou tofu em pedacinhos
Modo de preparo:
- Corte a “tampa” dos pimentões e retire as sementes e o miolo;
- Ferva os pimentões por 3 minutos;
- Refogue a carne moída e a cebola;
- Misture a carne moída, cebola, arroz, alho com sal e molho de tomate. Recheie os pimentões.
- Coloque o queijo o tofu por cima
- Asse por 40-50 minutos a 180ºC
Ingredientes:
- 6 pimentões grandes
- 500g de carne moída
- 2 colheres de sopa de cebola picada
- 1 copo de arroz cozido
- 1/8 colher de chá de alho com sal
- 1 lata de molho de tomate
- 3/4 copos de muçarela (sim, é assim que escreve!) de búfala ou tofu em pedacinhos
Modo de preparo:
- Corte a “tampa” dos pimentões e retire as sementes e o miolo;
- Ferva os pimentões por 3 minutos;
- Refogue a carne moída e a cebola;
- Misture a carne moída, cebola, arroz, alho com sal e molho de tomate. Recheie os pimentões.
- Coloque o queijo o tofu por cima
- Asse por 40-50 minutos a 180ºC
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Indicação
Indico esta marca de massa sem glúten: Santo Dom - http://www.santodomsemgluten.com.br/
Esta massa é realmente muito gostosa e uma ótima opção para os intolerantes os glúten, celíacos e mesmo os que não possuem algum tipo de intolerância.
Abraços!
Esta massa é realmente muito gostosa e uma ótima opção para os intolerantes os glúten, celíacos e mesmo os que não possuem algum tipo de intolerância.
Abraços!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Matéria na Revista Runners World
Olá! Vejam a Revista Runners World deste mês com 2 matérias com minha colaboração: "Está no sangue" e "O efeito 42km". Abraços!
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Chocolate amargo pode auxiliar na redução do estresse oxidativo causado pelo exercício
Um estudo publicado na revista científica Int J Sport Nutr Exerc Metab de abril de 2011 concluiu que o consumo de 40g chocolate amargo 2x ao dia 2 semanas antes de uma prova + o consumo de 40g 2hs antes da prova, foram responsáveis por reduzir substâncias no sangue que indicam o aumento de estresse oxidativo.O aumento do estresse oxidativo pode levar a alguns prejuízos para atletas e praticantes de atividade física como piora da imunidade, com maior chance de aparecimento de gripes e resfriados; aumento do risco de lesões e aumento do envelhecimento celular.
Assinar:
Postagens (Atom)
