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Livia Hasegawa
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
Enxaqueca e Glutamato monossódico

domingo, 9 de maio de 2010
Tempero natural
- Sal marinho em quantidade suficiente para dar ponto de pasta (cerca de 3 a 4 kg)
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Legalização da creatina pode evitar misturas clandestinas
A creatina, presente naturalmente nos músculos e também na carne (especialmente na bovina), está envolvida no processo de contração intensa e rápida. Por isso, é indicada para atletas de modalidades como natação, corrida curta (100 metros), halterofilismo, saltos, ginástica olímpica.
O suplemento alimentar, além de repor o estoque natural de creatina (que é queimado durante a atividade física), faz o atleta se recuperar mais rápido.
"Acredita-se que ela aumenta a massa muscular, mas, quando consumida em excesso, a substância faz crescer a quantidade de água dentro do músculo. Isso pode acarretar uma sobrecarga renal e hepática", diz Jomar Souza, médico do esporte e presidente eleito da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.
O aumento da massa muscular, diz o médico, acontece porque, no mercado negro, a substância é vendida misturada a anabolizantes. "Por um lado, a legalização permite a fiscalização e nos deixa mais tranquilos, pois saberemos que o produto vendido é creatina mesmo e não tem outras substâncias misturadas. Por outro lado, facilita a compra. Essa autorização vai gerar demanda espontânea."
Anvisa libera suplementos para atletas
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu autorizar o uso da cafeína e da creatina em suplementos alimentares para atletas profissionais. Antes, as duas substâncias só eram permitidas em alguns tipos de medicamento.
A cafeína retarda a sensação de fadiga muscular. A creatina também melhora o desempenho muscular, mas serve mais para esportes de curta duração e alto impacto, como corridas de curta distância.
Daqui a 18 meses, os dois alimentos deverão ter no rótulo frases de advertência recomendando que eles não sejam utilizados por quem não é atleta profissional, porque isso pode trazer riscos à saúde. A cafeína pode acelerar o coração e a creatina pode trazer problemas renais.
Não entra nessa categoria de atleta profissional, por exemplo, quem vai à academia três vezes por semana. Para quem pratica muita atividade física, embora não viva disso, a orientação de Maria Cecília Birto, diretora da Anvisa, é que procure um nutricionista.
As embalagens de creatina deverão também trazer a advertência de que o consumo de mais de 3g por dia da substância pode trazer danos à saúde.
Os riscos, de acordo com a gerente-geral de Alimentos da Anvisa, Denise Resende, incluem sobrecarga renal, no caso da creatina, e arritmia cardíaca, no caso da cafeína. "O nutricionista é responsável por esse paciente. O que acontece é que as pessoas usam de forma indiscriminada", disse.
Além dessas duas substâncias, a Anvisa também permitiu a venda de suplementos para atletas na forma de "pack", ou seja de pacotes que reúnem unidades de produtos diferentes.
Já os aminoácidos de cadeia ramificada foram retirados da categoria de alimentos para atletas porque não foi comprovado que eles melhoram o fornecimento de energia.
Em todos os alimentos destinados a atletas, inclusive os isotônicos, a embalagem deverá trazer a seguinte frase: "Este produto não substitui uma alimentação equilibrada e e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico".
Fonte: Folha Equilíbrio
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Quem dorme mal consome mais calorias, mostra estudo

Pesquisadores franceses avaliaram 12 homens com peso normal e idade média de 22 anos durante dois ciclos de 48 horas. No primeiro período, usado como controle, os voluntários mantiveram sua rotina normal de sono, alimentação e atividades. Na segunda etapa, dormiram oito horas na primeira noite (da meia-noite às 8h) e quatro horas na segunda (das 2h às 6h). Eles podiam comer o que quisessem.
Depois da noite mais curta, eles consumiram 22% mais calorias. Foram ingeridas, em média, 560 calorias a mais -o que poderia levar ao ganho de meio quilo em uma semana.
Uma das explicações dos pesquisadores se relaciona aos mecanismos de sobrevivência criados ao longo da evolução. Humanos tendem a comer mais após uma noite mal dormida porque os mamíferos aprenderam a estocar calorias no verão, quando as noites são mais curtas e há mais comida.
"Não existe um único culpado. A explicação simplista é que o maior tempo acordado aumenta as chances de comer", diz Márcio Mancini, endocrinologista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.
Sabe-se também que a secreção de alguns hormônios está relacionada ao sono e, quando há privação desse descanso, podem ocorrer mudanças que contribuem para o aumento no consumo de alimentos.
Há redução de leptina --hormônio relacionado à saciedade e que também facilita o gasto de energia pelo organismo. Quando se dorme menos, ocorre ainda o aumento na secreção de grelina, substância responsável por estimular o apetite.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Desintoxicando depois da Páscoa

terça-feira, 30 de março de 2010
Páscoa diferente

segunda-feira, 22 de março de 2010
Outros textos
Alguns dos meus textos também vão para o site do Abílio Diniz.
Aproveitem e visitem o site: www.abiliodiniz.com.br
Beijos!